Introdução .
Arquitetura Japonesa
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Jardim Japonês
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Marcenaria - Móveis
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Elementos Decorativos .
Sudarê
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Biombos
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Shouji
e Fusuma .
Tatami
.
Luminárias
(chouchin) .
Artes Cênicas .
Danças
Japonesas.
Butô
.
Dança
Clássica .
Dança
Folclórica .
Bunraku
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Teatro
Nô .
Kyogen
.
Kabuki
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Teatro
Popular .
Teatro
de Variedades .
Rokyoku
.
Shiguin .
Shibu .
Kembu .
Bibliografia .
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Arquitetura
Japonesa A arquitetura japonesa
sofreu influências diretas do clima, da geografia e dos costumes.
De modo geral, a arquitetura japonesa tradicional caracteriza-se por
fundações especiais, cômodos arejados, telhado inclinado
e piso interno coberto por tatami. O material mais utilizado é
a madeira, que antigamente era encontrada nas florestas densas que cobriam
boa parte do arquipélago. A terra e o papel são outros
dois elementos típicos da arquitetura japonesa.
Fatores como o verão longo, quente e úmido, características
do clima japonês, influenciaram o estilo arquitetônico que
procura se utilizar da cooperação da Natureza para enfrentar
o calor. A construção das residências japonesas
é projetada de forma a refrescar os cômodos da casa.
A arquitetura japonesa tem traços claros que demonstram a influência
de uma estética predominantemente chinesa, mas que já
incorpora elementos japoneses. Um exemplo é a suave curva de
um telhado ou o contraste geral entre curvas e retas, encontrados em
templos do século 7. Estima-se que o estilo mais antigo é
o xintoísta, representado pelos seus templos. Geralmente construída
num nível acima do solo, sustentada por pilares fincados no solo,
a casa é feita de madeira aparente e telhados de sapê.
Posteriormente, a arquitetura japonesa sofreu influência do Ocidente,
principalmente européia, a partir do século 16, com o
incremento do intercâmbio entre o Japão e os países
europeus. Mais recentemente, na metade do século 20, a arquitetura
norte-americana passou a ser a referência principal.
Atualmente, a arquitetura pós-moderna japonesa é considerada
bastante ousada, tanto no design e resultados arrojados como na interpretação
das novas funções da arquitetura. A paisagem urbana das
cidades japonesas conjuga estilos e formas variados, até mesmo
contraditórios, preservando, no entanto, uma grande força
de dinamismo, reflexo da própria busca da cultura contemporânea
japonesa de sua identidade, que interligue a cultura tradicional com
as novas tendências mundiais.
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